Festa de São Charbel: terceiro domingo de julho e 24 de julho
A festa de São Charbel tem duas datas, e ambas estão certas: o terceiro domingo de julho no calendário litúrgico maronita e 24 de julho no calendário romano geral da Igreja Católica. Este guia explica o que cada data significa e como viver a festa.
Duas datas para a mesma festa
A Igreja Maronita celebra São Charbel no terceiro domingo de julho, por isso a data muda a cada ano; esse domingo é a celebração principal no Líbano e na maioria das paróquias maronitas pelo mundo. No calendário romano geral, a memória cai todos os anos em 24 de julho. Muitas paróquias celebram os dois dias.
A festa maronita nos próximos anos
Domingo, 19 de julho de 2026; domingo, 18 de julho de 2027; domingo, 16 de julho de 2028; domingo, 15 de julho de 2029; e domingo, 21 de julho de 2030. O dia 24 de julho é fixo e não muda.
Por que em julho e não no dia da sua morte?
A Igreja costuma lembrar os santos no dia da sua morte. Mas São Charbel morreu em 24 de dezembro de 1898, véspera de Natal, e por isso a sua festa é celebrada em julho. O dia 24 de julho vem logo após o aniversário da sua ordenação sacerdotal em Bkerké, em 23 de julho de 1859.
A festa em Annaya
A celebração se concentra no mosteiro de São Maron em Annaya, onde São Charbel viveu e onde está o seu túmulo. Os peregrinos chegam nos dias anteriores, há missas ao longo de todo o dia e a missa solene costuma ser presidida pelo patriarca maronita ou por um bispo. A programação muda de ano para ano, então confira a do mosteiro antes de ir.
Celebrar a festa em casa
A festa pode ser vivida em qualquer lugar. Reze uma novena nos nove dias que antecedem a festa, participe da missa numa paróquia maronita, se houver uma perto, ou em qualquer missa católica. Reserve um tempo de silêncio e leia a vida do santo em família. A oração é um pedido de intercessão, não uma garantia de um resultado específico.
O dia 22 de cada mês
Além da festa anual, muitos fiéis vão a Annaya no dia 22 de cada mês. É um costume devocional que surgiu depois da cura que Nohad El Shami relatou em 1993, e não uma festa do calendário litúrgico.